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No RS - Ônibus prevenem coronavírus

Três fileiras de poltronas, desinfecção de ar e esterilização automática de banheiros estão entre as tecnologias implementadas nos modelos Biosafe, desenvolvidos pela empresa Marcopolo.

Aconteceu nesta terça-feira (11/08/2020) a primeira viagem do ônibus Biosafe, com adaptações para prevenir o contágio do coronavírus, criado pela Marcopolo, empresa com sede em Caxias do Sul, na serra gaúcha.
A viagem será operada pela Viação Ouro e Prata, com trajeto de Porto Alegre até Santa Rosa. Conforme a empresa, a Ouro e Prata é a primeira do país a incluir o Biosafe em sua frota.
O ônibus sai às 18h30 da Capital, passando por Cruz Alta, Ijuí e Santo Ângelo, até chegar a Santa Rosa. A passagem custa R$ 165, o que, segundo a empresa, é o mesmo valor da passagem executiva em um ônibus comum.
A Ouro e Prata ainda conta com um segundo ônibus Biosafe, que fará o trajeto de Porto Alegre a Santana do Livramento, passando por Bagé e Dom Pedrito, em data ainda a ser confirmada.

Bancos separados e desinfecção do ar

Para garantir o distanciamento entre os passageiros, o Biosafe tem três fileiras com uma poltrona, no lugar das duas fileiras com dois lugares cada, totalizando 46 poltronas, pelos modelos tradicionais de ônibus do mercado. São ofertados 33 lugares, com poltrona semileito e serviço executivo.
Entre as fileiras, foram instaladas cortinas feitas de material antimicrobiano, e luzes acionadas por sensor.
_ “Em razão da pandemia, buscamos parceria com a Marcopolo para apresentar um ônibus que se diferencie em relação ao conforto, distanciamento dos passageiros e, especialmente, itens que contribuam para a redução ao máximo os riscos de contaminação pelo coronavírus”, afirma o diretor de operações da Ouro e Prata, Carlos Bernaud.
Um sistema de radiação UV-C faz a desinfecção do ar e de superfícies do aparelho de ar condicionado do ônibus. Conforme a empresa, dessa forma são eliminados vírus e bactérias.
Os sanitários também são higienizados pela radiação ultravioleta, que é automático após o uso, ou seja, não precisa de acionamento.

Prejuízo para todos - 20/06/2020

Em Porto Alegre, empresários, pesquisadores e passageiros debatem como superar a crise no transporte público

Enquanto empresas estão tendo prejuízos, a população mais pobre se vê cada vez mais excluída devido ao alto preço da tarifa do transporte público em Porto Alegre. Para contornar esta crise, empresários, pesquisadores e passageiros discutem alternativas que podem melhorar o sistema na Capital.
Em abril, o primeiro mês após o início da pandemia de coronavírus, o transporte coletivo sofreu com a ameaça de colapso. Com queda média de 66% no número de passageiros devido ao isolamento social, o sistema balançou. Mas, para alguns, a Covid-19 apenas escancarou um problema antigo: a perda constante de passageiros.

Foram quase 5,6 milhões de passageiros perdidos em quatro anos. Isso representa uma queda no faturamento, de R$ 25,1 milhões, em 2015, para R$ 19,4 milhões em 2019. A redução de 20% fez com que a receita não cobrisse os custos, e o prejuízo dos transportadores, nos últimos cinco anos, foi de R$ 180,3 milhões. Para os especialistas, esse é o reflexo de um modelo ultrapassado.

Passagem compromete 13% do orçamento

Um levantamento do portal Mobilize Brasil mostra que o porto-alegrense tem cerca de 13% de seu orçamento mensal comprometido com o transporte público. Percentual mais alto do que outras grandes cidades da América do Sul.

Transporte público na renda mensal

Porto Alegre - 13,85%
São Paulo - 12,27%
Santiago (CHI) - 7,79%
Buenos Aires (ARG) - 3,62%

Trens e metrôs envolvidas em cartel(RS-MG-SP-DF)

12/12/2018 - A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) pediu nesta terça-feira (11) a condenação de 16 empresas e 52 pessoas por formação de cartel em licitações públicas de trens e metrôs.
Segundo as investigações do órgão de defesa da concorrência, houve fraude em licitações de pelo menos 27 projetos em São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O caso será analisado pelo tribunal do Cade, responsável pela decisão final.
O parecer ainda precisa ser avaliado pelo Tribunal do Cade. Se forem condenadas, as empresas poderão pagar multas de até 20% do valor de seu faturamento bruto e as 52 pessoas, penas que vão de R$ 50 mil a R$ 2 bilhões.
De acordo com o parecer da superintendência, empresas e funcionários interferiram no resultado das licitações – dividiram concorrências e combinaram valores das propostas. Ainda segundo as investigações, as fraudes incluíram institutos formalmente legais, como a formação de consórcio e a subcontratação, para dar uma aparência de competição ao cartel.
As investigações começaram em maio de 2013. O Cade obteve autorização judicial para operação de busca e apreensão na sede de empresas suspeitas de participarem do cartel depois de acordo de leniência firmado com a Siemens, Ministério Público Federal e Ministério Público do Estado de São Paulo. A análise do material apreendido resultou na instauração do processo administrativo.
De acordo com o Cade, os contatos ilícitos começaram em 1998, no processo de licitação da Linha 5 do Metrô de São Paulo. Na época, as empresas Siemens, Siemens AG, Alstom, Alstom Transport, DaimlerChrysler (atualmente Bombardier), CAF, Mitsui e TTrans teriam combinado dividir a concorrência da licitação.
Outros processos fraudulentos foram identificados pelo Cade em 2000, nas licitações para manutenção dos trens das séries 2000, 3000 e 2100. Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
Nos anos 2007 e 2008, de acordo com o Cade, ocorreu outra rodada de negociações entre as empresas para dividir o objeto de novas licitações da CPTM para contratação de serviços de manutenção. Teriam participado do acordo Alstom, Bombardier, CAF, Siemens, Temoinsa, Tejofran, TTrans, além de MPE e MGE.
Em nota conjunta, o Metrô e a CPTM dizem que "são vítimas da denúncia investigada pelo Ministério Público. Por isso, colaboram com o processo. A Procuradoria Geral do Estado investiga o caso e irá solicitar ressarcimento aos cofres públicos frente comprovação das irregularidades. O Metrô e a CPTM são os maiores interessados na apuração das denúncias de formação de cartel ou de conduta irregular de agentes públicos e, assim, continuam à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários".
De acordo com a investigação da superintendência do Cade, em 2005, houve acordo entre consórcios no projeto de manutenção da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal. O acordo entre o Consórcio Metrô Planalto (Alstom, IESA e TC/BR) e o Consórcio Metroman (Siemens e Serveng), segundo o Cade, tinha como objetivo dividir o projeto com subcontratação do consórcio perdedor pelo consórcio vencedor. As empresas também supostamente acordaram que os preços a serem apresentados na licitação, de acordo com a investigação.
Segundo as investigações, em 2012, CAF e Alstom também dividiram licitações destinadas à aquisição de trens para os metrôs para a Empresa de Trens Urbanos (Trensurb) e pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) de Porto Alegre e Belo Horizonte, respectivamente. As empresas participaram das licitações, de acordo com o Cade, como um consórcio e definiram que a CAF ficaria com a maior parte do projeto da CBTU. Já em relação à licitação para a Trensurb, as empresas combinaram que a maior parcela do projeto ficaria com a Alstom.
As companhias acusadas no processo são:
Alstom Brasil Energia;
Balfour Beatty Rail Power Systemsn Brasil;
Bombardier Transportation Brasil;
CAF Brasil Indústria e Comércio;
MGE Equipamentos e Serviços Rodoviários;
Hyundai-Rotem Brasil Indústria e Comércio de Trens;
IESA Projetos Equipamentos e Montagens;
Mitsui & Co Brasil;
MPE - Montagens e Projetos Especiais;
Procint Projetos e Consultoria Internacional;
Serveng-Civilsan - Empresas Associadas de Engenharia;
TC/BR Tecnologia e Consultoria Brasileira;
Trans Sistemas de Transportes;
Empresa Tejofran de Saneamento e Serviços;
Temoinsa do Brasil;
Lucy Elisabete Pereira Teixeira (representando Constech Assessoria e Consultoria Internacional).

Sobre

Porto Alegre é um município brasileiro e a capital do estado mais meridional do Brasil, o Rio Grande do Sul. Com uma área de 496,682 km², possui uma geografia diversificada, com morros, baixadas e um grande lago: o Guaíba. Dista 2 027 quilômetros de Brasília, a capital nacional.


Gentílico:

Site Oficial - Prefeitura de Porto Alegre



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